Sou aquela que criastes em pensamentos, fantasia moldada , dançante... vestida de cetim ou nua, mente alucinada sentidos palpitantes. Sou aquela que dança no compasso de um silêncio, no descompasso de uma paixão . Bandida, proibida, atrevida e irresistível...



Não te irrites, por mais que te fizerem.
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
teu mais amável e sutil recreio.'

(Mário Quintana

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